Fina Estampa aos olhos da psicóloga Marjorie Vicente

Nova trama da Rede Globo é analisada pela
Psicologia de Imagem

Diante da indignação de Antenor (Caio Castro) mostrada na novela Fina Estampa da Rede Globo, estreada na segunda-feira (22) em ter uma mãe masculinizada em função do seu trabalho de “faz-tudo”, a psicóloga de imagem Marjorie Vicente explicou a origem desse sentimento de vergonha e da necessidade de aceitação.

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Marjorie Vicente: psicologia e moda formando uma nova proposta

Estudos aprimorados em NY e CA são aplicados no Brasil e revelam um novo conceito: a Psicologia de Imagem

Com uma ideia extremamente inovadora e pertinente à sociedade atual que, cada vez mais, dá importância ao uso de imagens na comunicação, propagandas, rótulos de produtos, em tudo o que consumimos, nos impressionamos e acreditamos surge o conceito da Psicologia de Imagem. Trazida para o Brasil através da psicóloga Marjorie Vicente, a proposta é abrangente e aborda diversos nichos e aspectos em torno da imagem. A Revista Quimera Magazine entrevistou a psicóloga e trouxe muito conhecimento aos leitores.

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Duas Facetas de Uma Mesma Mulher

Há 20 anos atrás, Julia Roberts, virou o centro das atenções ao estrelar “Uma Linda Mulher”. No melhor estilo “Complexo de Cinderela”, Vivian Ward (personagem de Julia Roberts) era uma garota de programa, contratada pelo milionário Edward Lewis (Richard Gere) para ser a sua acompanhante ao longo de uma semana de compromissos profissionais. Tal missão lhe proporcionou uma nova forma de se vestir, idas a jantares importantes e estadia em hotel de luxo.

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Apenas Convenções???

Conjunto de regras cerimoniosas de trato entre as pessoas e que são estabelecidas à partir do bom senso e do bom gosto. Do que estamos falando? Sim, de etiqueta. Uma espécie de código, através do qual, informamos aos outros que estamos preparados para ser parte integrante de determinado grupo.

Alguns grupos possuem códigos próprios, é verdade… mas, existem alguns conceitos que a sociedade (de uma forma geral) admite como sendo verdades. São as denonimadas convenções. Quando você se comporta de acordo com a escala de valores de um determinado grupo, é aceito por ele. Caso contrário, você fica sujeito a interpretações que fogem ao seu controle.

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O Luxo tem cor, e é Verde e Amarelo!

O Brasil se encaixa perfeitamente no modelo de consumo atual, o consumo emocional.  O consumo emocional se caracteriza por visar não apenas o que é útil, mas sim, o que vai além dos aspectos funcionais e satisfaz os desejos, mexe com as emoções dos consumidores do século XXI.

Deixando bem lá atrás, o consumo baseado nas relações de trocas do sistema feudal, passando pelo surgimento do estoque ao longo da Revolução Industrial, e aterrizando em um cenário completamente diferente de tudo o que já foi visto, encontramos a busca pela identidade e diferenciação através das aquisições. O consumidor brasileiro hoje deseja diferenciar-se através do que possui e sentir-se membro pertencente de um grupo restrito.

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O Doce Prazer da Vingança: vale mesmo a pena?

Definição
Pela definição, a vingança seria uma represália em resposta a algo que foi percebido ou sentido como danoso. Neste sentido, a mesma traz um ar de justiça, porém, a idéia de “dente por dente” esconde o outro lado da vingança e o mais comum, que vai além da justiça e de encontro ao sadismo. É quando a mágoa, raiva ou qualquer outro sentimento negativo é tão intenso que a pessoa lesada deseja que o prejuízo ou a dor alheia sejam superiores ao causado. A vingança não busca acordos ou reconciliações.

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Jogo de Esconde e Mostra…

Não me refiro a sensualidade da transparência que, na medida certa, provoca sem ser vulgar… caberia falar de vestuário, mas a abordagem se refere ao que muitas vezes é o seu refúgio, e que ao mesmo tempo, é o grande revelador da sua identidade.

Sim, estamos falando do seu lar… aliás, muito mais do que casa, usamos “lar” com a conotação sentimental que o termo carrega e relacionamos a ele, não só a convivência com família e vizinhos que o contexto proporciona, mas, o seu estilo de vida que ali está impresso.

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O CONTEÚDO é importante, mas, a EMBALAGEM é fundamental para despertar interesse em conhecê-lo!

Proponho a vocês leitores da Ser Família, uma rápida “brincadeira” para ilustrarmos o foco desta matéria. Imagine-se em frente a uma prateleira no supermercado, você está procurando um dos itens da sua lista, o leite, e logo a sua frente está a sua marca predileta. Do lado direito está uma caixa de leite amassada e suja, do lado esquerdo uma caixa intacta. Qual você escolheria?

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Dicas para espantar a preguiça e manter o bem-estar no Inverno

Espreguiçar-se

O despertador toca e em milésimos de segundos, você é retirado de um sono profundo e quentinho direto para a realidade fria dos dias de inverno. Com muitos afazeres, salta da cama de qualquer jeito e “indisposto” começa a sua saga diária???

NADA DISTO!

Para começar bem o dia, mesmo que uma Segunda-feira chuvosa e fria, aproveite os primeiros minutos para espreguiçar-se… isto mesmo, ESPREGUIÇAR-SE. Os animais, ditos irracionais por nós, “sabem” os benefícios deste ato como ninguém.
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Contribuições Marjorie Vicente à partir de Produção Estética (Rosane Preciosa)

PREFÁCIO

Veja a roupa de forma bastante complexa e encantadora. Assim como ela pode ter um aspecto passivo por nos receber aceitando o nosso cheiro, suor e forma como Stallybrass aponta em “O casaco de Marx: roupas, memórias e dor”, ela também tem o poder de nos transformar, sendo assim, totalmente ativa. Fico me perguntando se Peter Stallybruss não poderia representar exatamente esta forma mais passiva de ver e entender o vestuário, e Rosane Preciosa o seu oposto. Stalybruss se interessa pelas memóridas do passado, quem possuiu, quem tocou e acariciou a roupa gasta. Já Preciosa, procura que homem ou mulher pode vir a ser à partir da roupa que saiu do forno. E concordo com ela no questionamento de que se já não somos mais tantas coisas que já fomos um dia, por que não poderíamos vir a ser aquilo que ainda não fomos?

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Sandy e a polemica DEVASSA!

Como Psicóloga de Imagem, atuante da Abordagem Centrada na Pessoa, eu acredito que é muito positivo o ser humano estar sempre em movimento, e quando as transformações são motivadas pelo próprio indivíduo, elas são positivas. O que pode acontecer é o indivíduo estar tão distante do seu “eu real” e acabar escolhendo, à partir de uma visão distorcida, o que seria o melhor para si.

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‘Minha’ Motivação Me Pertence? Reflexões para Mulheres!

Por Marjorie Vicente – psicóloga de imagem

Não há novidade ao afirmar que o nosso comportamento é influenciado há muito tempo pelos valores sociais atribuídos a comida e ao peso. O que talvez algumas pessoas não saibam é que no Séc. XVI a moda era estar acima do peso. Isto mesmo, você não leu errado: ACIMA do peso. Desta forma, era desejável comer em excesso, ao passo que ser muito magro era sinal de inferioridade social e até mesmo doença.

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